O ser humano é naturalmente bom?

A esquerda sustenta, de maneira geral, a doutrina de Jean Jacques Rousseau de que o ser humano nasce bom e é, posteriormente, corrompido por forças externas (a sociedade). Em nossas universidades, jornais e programas de televisão, é dado como certo que forças externas são a causa do crime. Por esse raciocínio, se não fosse a pobreza, os índices de assassinatos, roubos e estupros, seriam muito menores.



Por outro lado, os conservadores sustentam que o homem nasce moralmente falho — Tanto na visão cristã do pecado original, quanto na crença judaica de que todos nós nascemos com uma má inclinação, os sistemas de valores que deram origem à civilização ocidental nunca consideraram que somos naturalmente bons. 

Para aqueles que argumentam que todos temos a Deus dentro de nós, há duas observações importantes a serem feitas:

Em primeiro lugar, nenhuma religião ou ideologia nega que temos bondade dentro de nós; o problema é negar que temos também a maldade. Em segundo lugar, muitas vezes é difícil de expressar a bondade. A bondade humana é como ouro. Ele precisa ser extraída e como acontece com a mineração do ouro, a mineração de nossa bondade pode ser bem difícil.

Talvez a mais óbvia é que os conservadores culpam aqueles que se envolvem em atividades criminosas violentas por seu comportamento muito mais do que os esquerdistas fazem. Basta observar o comportamento dos parlamentares na discussão de assuntos que envolvem esse tema. A esquerda argumenta que a pobreza, o desespero e falta de esperança faz com que as pessoas cometam crimes violentos.

Na visão esquerdista, como as pessoas são essencialmente boas, seus maus atos devem ser explicados por fatores fora de seu controle. Nessa visão o comportamento não é realmente culpa deles, e quando os conservadores apontam a culpa para os criminosos, a esquerda não demora em argumentar de que “essas são as verdadeiras vítimas da sociedade”.

Na visão conservadora, as pessoas que fazem o mal devem, obviamente, ser responsáveis por suas más escolhas, tanto no caso de fazer isso por falta de autocontrole quanto por uma consciência disfuncional. Em ambos os casos, eles são os culpados. 

Da mesma forma, muitos esquerdistas acreditam que a maioria dos muçulmanos que se envolvem em atos de terror fazem-no por causa da pobreza e, especialmente, por causa da elevada taxa de desemprego para os jovens no mundo árabe. No entanto, verifica-se que a maioria dos terroristas vêm de lares de classe média. Todos os terroristas que participaram do atentado contra as torres gêmeas vieram de lares de classe média-alta. E, claro, Osama bin Laden era um milionário.

Como Dennis Prager explica neste vídeo, a natureza humana não é essencialmente boa.


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Obs: Algumas alterações foram feitas no texto.

Tradução: Renan Poço
Revisão: Hugo Silver

O Islã é uma religião de paz ?

Progressistas e muçulmanos argumentam que o Islã é uma religião de paz, a despeito do constante rastro de sangue e violência deixado por muitos seguidores de Maomé. 

Nesse curto vídeo, parte da palestra “Islã em contexto: Abrindo as portas ao entendimento”, o autor e ex-muçulmano devoto Nabeel Qureshi, nos dá sua valiosa perspectiva a respeito do assunto. Afinal, o que o Alcorão realmente ensina os seus seguidores?
Saiba o que está por trás do mantra islâmico “o islã é uma religião de paz” — se ingenuidade, má hermenêutica ou simplesmente taqiya (mentira santa).




Tradução: Israel Pestana
Revisão: Jonatas

O que eu acho da Missão Integral

Por Walter McAlister:





Neste vídeo o bispo Walter McAlister fala sobre Evangelismo, Esquerda Política e Missão Integral e oferece um equilibrado ponto de vista a este tema tão discutida em fóruns, sites e redes sociais.


Assista: