O perigo do pós-modernismo

Cada época tem sua perspectiva e forma de enxergar o mundo. Ninguém olha para a realidade de uma forma neutra, todos nós carregamos os óculos de cosmovisões que irão moldar a forma como damos sentido ao mundo em geral e à vida em particular. Hoje estamos vivendo aquilo que os filósofos caracterizam de pós-modernidade.
Ó tempos! Ó costumes!


Atribui-se a Cícero essa expressão cuja tradução é “Que tempos os nossos! E que costumes!” Com isso, Cícero estava lamentando a decadência do seu mundo contemporâneo. Não há dúvidas de que essa expressão se aplica ao nosso mundo atual: decadência moral, destruição da família tradicional, ataques a toda e quaisquer espécie de autoridade, conservadorismo ou verdade.Se um aluno cristão, num ambiente universitário, alega que apenas o Cristianismo é verdadeiro, ele logo é tachado de fundamentalista e retrógrado. Os professores e alunos dirão que o cristianismo é uma religião como qualquer outra no mundo. Não há religião verdadeira, tudo é uma questão de gosto ou de se sentir bem. De fato, as universidades estão sendo os holofotes onde o pós-modernismo é proclamado. Isso é perigoso, de lá sairão os homens e mulheres que irão influenciar nossa sociedade: advogados, filósofos, médicos, jornalistas, etc.

Tudo isso reflete o espírito do nosso tempo: o pós-modernismo. Segundo Stanley J. Grenz:
O pós-modernismo está cada vez mais presente na sociedade como um todo. Podemos detectar um deslocamento do moderno para o pós-moderno na cultura ‘pop’ que vai dos vídeos musicais desconexos à nova série de Jornada nas Estrelas chegando até aos aspectos cotidianos da vida contemporânea, como, por exemplo, a nova procura por espiritualidade no mercado e a justaposição dos diferentes estilos de roupas que muitas pessoas usam. (GRENZ, J. Stanley. Pós-modernismo: um guia para entender a filosofia de nosso tempo, p. 26)
Definição de pós-modernismo:

Segundo o filósofo J.P. Moreland, em seu livro O triângulo do reino, o pós-modernismo é caracterizado como um tripé:
É tanto uma noção histórica, cronológica, quanto uma ideologia filosófica. (Moreland. J.P. O triângulo do reino. p. 103.)
No aspecto histórico, o pós-modernismo é um período posterior e contrário à modernidade. Por modernidade, refiro-me ao período que tem sua gênese a partir do renascimento (séculos XVI a XVII) e que teve seu apogeu no iluminismo (séculos XVII a XIX). Os filósofos René Descartes e Immanuel Kant são figuras conhecidas desse período.

Nessa época, os filósofos idolatravam a razão. Eles davam grande ênfase na racionalidade e no método científico; pois acreditavam que ao enfatizarem essas coisas o mundo iria melhorar progressivamente. A visão que os modernistas tinham era de triunfalismo e de otimismo. O pós-modernismo é contra essas coisas, sua visão de mundo é pessimista e cética contra qualquer ideia de progresso.

Se os modernistas apregoavam a conquista da natureza através da ciência, conforme proposto por Francis Bacon, os pós-modernistas querem cooperar com a natureza, pois acreditam que a natureza está ficando cada vez mais um lugar inseguro de se habitar. Sendo assim, o pós-modernismo é uma reação ao modernismo.

Outro ponto que marcava os modernistas era sua tese de que existia a objetividade e o conhecimento. Os modernistas, em geral, acreditavam que o homem podia se despir de suas subjetividades e alcançar a objetividade na aquisição do conhecimento. Outro fator importante para entender a modernidade era que eles acreditavam que o conhecimento era acessível à mente humana.

Por isso, a tentativa do filósofo René Descartes em tentar achar um conhecimento que fosse absoluto. Os filósofos modernistas discordavam acerca de como o conhecimento era alcançado, se através dos sentidos (empiristas) ou através da razão (racionalistas). Mas eles compartilhavam o conceito de que era possível ter acesso ao conhecimento. Os pós-modernistas rejeitam a tese de que é possível alcançar a verdade e o conhecimento objetivo. Em seu aspecto cronológico, o pós modernismo é uma era que veio logo após a modernidade e a substituiu (Moreland, p. 104).

Mas além do sentido histórico e cronológico, o pós-modernismo é, decerto, uma ideologia filosófica que nega valores absolutos e fixos, como razão, objetividade, verdade, moral, essências, etc. Ou seja, ele é uma visão filosófica que tem como base uma visão relativista de todas as coisas. Segundo Grenz:
Os pós-modernos creem que não somente nossas crenças específicas, mas também nossa compreensão da própria verdade, encontram-se enraizadas na comunidade da qual participamos. (Grenz, p. 29)
Tudo é uma mera construção social. A linguagem é o que determina o que é certo ou errado. Não existe uma realidade além da linguagem. A linguagem não aponta para algo externo a ela. Estamos presos num emaranhado linguístico. Tudo é uma construção social feita por um grupo de indivíduos que compartilham uma narrativa.

Narrativa é uma visão de mundo, como o marxismo, nazismo, judaísmo ou cristianismo. Nas palavras do Moreland:
Uma narrativa é a história da comunidade que revela quais perspectivas ela adota. Essas narrativas estão arraigadas no contexto social dos indivíduos que nascem nesses grupos. Parodiando o sofista Protágoras, o pós-modernista diz: ‘A comunidade é a medida de todas as coisas’.
Ora, uma vez que são muitos os grupos de indivíduos, cada grupo determina sua verdade. Não há uma verdade universal que perpassa essas comunidades, como queriam os modernistas. Por isso, a desconfiança dos pós-modernistas a toda e qualquer metanarrativa. Metanarrativas são afirmações universais e totalizantes. Um exemplo de uma metanarrativa é a Bíblia ou os credos eclesiásticos. Elas fazem afirmações atemporais que transcendem o espaço e o tempo.

Por exemplo, os cristãos afirmam que o que a Bíblia diz é verdade para todos os tempos. O credo niceno-constantinopolitano alega que Jesus é Deus encarnado. Essas declarações, para os cristãos, são verdadeiras em todos os tempos e lugares. O próprio conceito de que a Igreja é católica (universal) é uma afronta para os pós-modernos, pois, para eles, não há verdades universais. Filósofos pós-modernos que são idolatrados nas universidades são: Friedrich Nietzsche, Ludwig Wittgenstein, Michel Foucault e Jacques Derrida.

A influência da teoria literária desconstrucionista

O ataque à modernidade e, consequentemente, ao iluminismo, veio de uma teoria literária, a saber, o desconstrucionismo. Segundo os desconstrucionistas, o significado de um texto não é inerente ao texto em si, mas está na cabeça do intérprete. O texto é um container semântico. Cabe ao leitor interpretar da forma como ele bem entender. O leitor não vai ao texto para descobrir um sentido que está lá, porque não há nenhum significado escondido lá, cabe ao leitor ir ao texto e construir o significado. Os pós-modernistas se aproveitaram disso e o expandiram para toda realidade. Conforme nos diz Grens:
Os filósofos pós-modernos aplicaram as teorias do desconstrucionismo literário ao mundo todo. Assim como um texto terá uma leitura diferente conforme o leitor, dizem eles, da mesma maneira a realidade será ‘lida’ diferentemente por todo ser dotado de conhecimento que com ela se depare, isso significa que o mundo não tem apenas um significado, ele não tem nenhum centro transcendente para a realidade como um todo. (Grenz, p. 18)
Derrida sugeriu que nos desapeguemos da ontoteologia (descrições verdadeiras da realidade), assim como da metafísica da presença (a tese de que existe algo transcendente no mundo). O importante é o sujeito que interpreta a realidade. Para outro teórico pós-modernista, Michel Foucault, qualquer tentativa de se interpretar a realidade objetivamente é um desejo de imposição de poder.

Pós-modernismo, ambientalismo e o marxismo

Existe uma relação estreita entre o ambientalismo e o marxismo com o pós-modernismo. Os pós-modernistas criticam o sujeito controlador da natureza que era pregado na modernidade. Como disse Gene Edward Veith, os pós-modernistas rebaixam o indivíduo em detrimento da natureza. Não é por acaso o forte apelo dos ambientalistas no nosso mundo. Os ambientalistas colocam a natureza acima do homem. O homem é tratado como se fosse um parasita neste planeta. Por isso a luta das políticas públicas para controlar o crescimento da população mundial. Esforços e propagandas são feitas para que os casais não tenham muitos filhos para não esgotar os recursos da natureza.

Alguns ambientalistas são tão radicais que chegam ao ponto de idolatrar a natureza. Como disse Gene Edward Veith:
O ativista Pentti Linkola, do Partido Verde da Finlândia, argumenta que as pessoas são um erro evolucionário, um câncer da terra. Linkola chega ao ponto extremo de dizer que ele tem mais pena das espécies ameaçadas de insetos do que das crianças que estão morrendo de fome na África. (VEITH, Edwaurd Gene. Tempos pós-modernos, p. 68)
Na esteira do ambientalismo surge o Movimento dos direitos dos animais. Muitos adeptos desse movimento não veem diferença entre a espécie humana e os demais animais. Se alguém alega que os humanos são superiores aos animais, dizem eles, estará cometendo o erro de especismo, um tipo de racismo entre as espécies. Mas isso não é de se espantar. É apenas um corolário das premissas pós-modernistas. Como bem disse Veiht:
Num mundo sem absolutos, não existe base para se dizer que os seres humanos sejam melhores do que qualquer outra espécie. (Op. Cit. P. 68).
Os marxistas (eles se denominam pós-marxistas) aproveitam a ênfase dos pós-modernos à comunidade e ao coletivo para implantar suas ideias. Uma vez que não há um sujeito autônomo conforme diziam os modernistas, o homem agora é moldado pela coletividade. O homem agora não é mais o sujeito de sua vida, mas vítima do ambiente social onde vive. A miséria e a pobreza são culpa do Capitalismo. Uma vez que é a sociedade que formata o sujeito, cabe agora criar estratégias que modelem a sociedade para que um novo homem seja formado.

Críticas ao pós-modernismo

O pós-modernismo é perigoso para o Cristianismo. Se não há verdades absolutas, então por que adotar o Cristianismo e não o Budismo ou Islamismo? Se a tese dos pós-modernistas estiver correta, então tanto faz ser cristão ou judeu, já que nenhuma declaração dessas religiões corresponde a uma realidade. Isso é uma destruição do Cristianismo. O Cristianismo, ao longo da história, sempre combateu religiões falsas. Dizer que nenhuma religião é verdadeira é minar a singularidade de Cristo, uma vez que ele é colocado lado a lado com outros líderes religiosos, como Maomé, Moisés, etc.

Outro problema que afeta o cristianismo é a evangelização. Os cristãos sempre seguiram o mandamento de Jesus de irem a todo mundo e pregarem o evangelho a toda criatura (Mt 28.19). Como pregar o evangelho para pessoas infectadas com a mentalidade pós-moderna? Gene Edward Veith disse mais ou menos estas palavras:
É difícil evangelizar um sujeito que relativiza o pecado.
Se o pós-modernismo estiver certo, então não há necessidade de chamar as pessoas para se arrependerem de seus pecados. E mais: o multiculturalismo, o pluralismo religioso e o perspectivismo são as alternativas para a nossa sociedade, caso o pós-modernismo tenha razão. Sendo assim, seria uma ofensa para um cristão pedir que um adepto do judaísmo se convertesse ao cristianismo. Os cristãos sempre saíram mundo afora, desde o primeiro século, pregando Cristo entre as religiões pagãs e alegando que a salvação se dava somente através de Cristo. Por essa razão que os pós-modernistas chamam os cristãos conservadores de imperialistas que querem impor sua cultura religiosa sobre outras culturas.
Negação da verdade universal.

Os pós-modernos se sentem felizes ao negarem a existência da verdade universal. Porém, eles não percebem que ao fazerem isso estão, na verdade, dando um tiro no próprio pé. A própria alegação de que “não existe verdade absoluta” já é, em si mesma uma declaração absolutamente verdadeira da realidade. Logo, é uma contradição fazer tal afirmação. Se tudo for relativo à cultura, então o próprio pós-modernismo é relativo à cultura de onde nasceu; então, ninguém está na obrigação de concordar com o postulado relativista pós-moderno.
Não existe uma realidade fora da nossa linguagem?

Segundo os pós-modernistas, não há uma realidade lá fora que nossa mente possa acessar. Pois todo acesso ao mundo é mediado pela linguagem. Se isso for verdade, então caímos num completo ceticismo, e não podemos fazer nenhuma declaração sobre o mundo lá fora. A ironia de tal pensamento é que quando um pós-modernista lê uma bula de remédio ele acredita que as palavras da bula correspondem a uma realidade (o remédio) que existe fora das palavras da bula. Ele não duvida do que a bula diz. De fato, a própria declaração de que não existe uma realidade fora da nossa linguagem já é uma declaração acerca da realidade. Logo, é incoerente.

Negação das metanarrativas

O próprio pós-modernismo é uma metanarrativa. Pois faz declarações universais e atemporais acerca do mundo. Eles acreditam que no passado tudo era mediado pela linguagem, que no presente o mesmo acontece e no futuro será a mesma coisa. Ora, isso é uma metanarrativa radical, pois faz afirmações que se aplicam a todas as eras. Só há duas saídas para o pós-moderno: se o pós-modernismo for verdadeiro, então ele é falso, pois faz uma declaração universal e transcendente; se for falso, então não é verdade que não existem metanarrativas.

Os pós-modernos são incoerentes quando alegam que não há verdade que transcenda às comunidades específicas

Ao alegarem isso, ou seja, que não há uma verdade absoluta e universal que transcenda às comunidades específicas, estão fazendo uma afirmação absoluta e universal de que nenhuma comunidade local detém a verdade absoluta. Eles são pegos naquilo que rejeitam, pois negam uma verdade absoluta e universal enquanto fazem uma declaração absoluta e universal sobre todas as comunidades. Enfim, meu objetivo era apresentar da forma mais sucinta possível o pós-modernismo e suas implicações perigosas para o nosso mundo atual. O pós-modernismo gera um caos na sociedade e é um perigo para o cristianismo.
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Referências:

O triângulo do reino. J.P. MORELAND. São Paulo. Editora Vida.

Tempos pós modernos. Gene Edward Veith. São Paulo. Ed. Cultura cristã.

Pós-modernismo: um guia para entender a filosofia do nosso tempo. Stanley Grenz. São Paulo. Ed. Vida Nova.

Fonte: Storyf CIU211

Cristãos Relativistas?

Por: Marcos Batista Lopez

Vivemos em uma sociedade pós-modernista que está sendo assolada pelo relativismo.


Primeiramente devemos saber o que é relativismo. Segundo o dicionário Aurélio seria: “teoria filosófica que se baseia na relatividade do conhecimento.” Já ouvimos por diversas vezes frases como esta: “Ah isto é relativo!”. Ou seja, as pessoas deste século são em grande parte relativistas, acreditam que não existem verdades absolutas. Os romanos ficavam encolerizados diante da simples menção de que Cristo estava acima dos outros deuses – ou, ainda, de que nenhum outro deus sequer existia. Para eles, era insuportável, tanto do ponto de vista político quanto religioso, a insistência cristã de haver um só redentor legítimo disposto a vir salvar a humanidade.


Os romanos eram tolerantes com todos, menos com os intolerantes. Hoje as pessoas dizem que devemos ser tolerantes com as outras, principalmente se o assunto for moral, ética ou religião. E o pior de tudo isto é que o relativismo atingiu milhões de cristãos evangélicos. Hoje conversamos com evangélicos que acham que defender a fé cristã ante os algozes seria uma perda de tempo. Estudar doutrinas fundamentais – “Ah não, é muito entediante” – dizem alguns, estudar apologia – “Por favor pare com isto, você acha que eu vou perder meu tempo estudando o que os outros pensam sobre Deus e Cristo, me faça o favor”, e assim milhões de evangélicos estão vulneráveis.

Ao lerem um artigo em que alguém ataca a fé cristã através de jornais, revistas, rádio, internet ou mesmo na televisão, ao invés de procurarmos responder a estas investidas, pensam que seria uma grande perda de tempo que não levaria a nada. Acham que o cristão deve pensar em outras coisas, como em musicas, retiros se esquecendo do evangelismo, missões, vida cristã, defesa da fé que são mandamentos cristãos. Hoje defender a fé é perda de tempo para muitos líderes cristãos, e não se incomodam em perdem cada dia mais membros para as seitas, pois milhares de lideres, lamentavelmente se tornaram relativistas.

E você também é relativista?

O conhecido Pr John MacArthur Jr. certa vez alertou sobre a apostasia:
“Os cristãos de hoje tendem a comprometer o ensino e o padrão bíblico. Pressionados pelo movimento feminista, alguns cristãos reinterpretam o ensino bíblico sobre o papel da mulher. Outros reinterpretam os primeiros capítulos de Gênesis numa tentativa fútil de harmonizar o relato bíblico da Criação com a teoria pseudocientífica da evolução. Alguns insistem em que a Bíblia não ensina todos os princípios necessários para resolvermos os problemas da vida, e recorrem a psicologia. A fé que “uma vez por todas foi entregue aos santos” ( Jd 3) muitas vezes é transformada num cata-vento: gira com qualquer vento de mudança. Qual é a fonte suprema de autoridade em sua vida? Quando se depara com um conflito entre o ensino bíblico e uma idéia contemporânea, que você faz? Reinterpreta a Bíblia, ou rejeita a idéia nova? Você esta disposto a defender a Palavra de Deus? Estude o Salmo 19.7-11 e veja como Deus descreve sua Palavra e determine apoiar-se nela (Homens e mulheres – John MacArthur, Jr – pg 198).

Alguns estão mais preocupados em como agradar o povo de Deus e trazer entretenimento para a Igreja. Você percebeu o quanto o ensino escatológico está cada vez mais ausente dos púlpitos? Sermões sobre a existência do inferno e em como ter uma vida de renuncia é algo do passado para muitas igrejas ditas cristãs. Sobe a influência do racionalismo e da teologia da prosperidade, muitos cristãos são tentados a viver confortavelmente nesta terra. Muitos ministros preferem trazer apenas sermões que agradem o povo e não mensagens que confrontam a igreja contra o viver hipócrita.

O que é a igreja hoje? Um negócio? Um espetáculo? Um clube social? Um pronto-socorro espiritual? Qual é o verdadeiro sentido da Igreja hoje? O crescimento numérico das igrejas significa que o Reino de Deus está avançando? E qual é o lugar dos dons espirituais no cotidiano da igreja? Sua igreja desenvolve um ministério com as viúvas? Ela cumpre sua responsabilidade bíblica de cuidar das mulheres piedosas que não tem recursos próprios? ( Tg 1.27). Se a igreja não tem, você poderia orar junto com o pastor e ser o instrumento para que tal ministério seja iniciado. Enfim, será que nossos interesses tem sido os interesses de Deus para com sua Igreja?

Você obedece todos os mandamentos, ou só aqueles que coincidem com seus desejos? Lembre-se: Cristo é o seu Senhor e Ele exige obediência completa. Antes de ascender aos céus, Jesus ordenou aos seus discípulos: “Ide… fazei discípulos de todas as nações.” (Mt 28.19).

Assim ele estabeleceu a evangelização com prioridade número um para a Igreja. Muitos cristãos, porém, agem como se a responsabilidade da evangelização fosse do pastor ou do departamento de evangelismo da Igreja. E quanto a você? Está preocupado com as almas perdidas, ou suas preocupações são com os negócios desta vida passageira? Quando foi a última vez que falou de Jesus para um não cristão? Será que ao ler este folheto não poderá chegar à conclusão que você está se tornando um relativista, ou que seu amor pela obra do Senhor está esfriando? A Bíblia diz que “todas” as virgens cochilaram (Mt 25.5) e está é a situação hoje de muitos lideres e cristãos que estão dormindo e as almas se perdendo para o inferno sem retorno. Paulo diz que um líder deveria ser apto “tanto para admoestar com a sã doutrina como para convencer os contradizentes” Tt 1.9. Para os evangélicos em geral, todos deveriam defender as Escrituras (1Pe 3.15) e amar a Deus com todo o seu pensamento (Mt 22.37). Deus não estabelece nenhum prêmio para a ignorância.

Você visitaria um médico que não tivesse estudado a respeito das doenças? Poderia confiar nele? Mas existem milhões de cristãos que estão confiando a sua vida eterna a ensinamentos nada ortodoxos ensinados por inúmeros lideres leigos. Estudar a defesa da fé deveria ser uma das prioridades de todo cristão pois é mandamento bíblico, e aproximar-se das falsas filosofias do mundo para estudá-las, do mesmo modo que um pesquisador médico se aproxima do vírus HIV. Ele deve estudá-las de modo objetivo e cuidadoso, com a finalidade de descobrir o que há de errado com elas.

Outrossim, todo líder pela Bíblia deveria ser um mestre nas Escrituras (Ef 4.11; Tg 3.1). Infelizmente observo a igreja atual e me torno pessimista, para mim a Igreja não irá melhorar sua conduta, pois é Bíblico que o amor de muitos esfriaria (Mt 24.12). Mas o que está em jogo é ser um cristão Bíblico em todo o seu viver. O mundo se afastará cada dia mais de Deus através do pecado e do relativismo, mas você aceitará a ideologia filosófica do relativismo como seu modo de vida?

Irá continuar aceitando todo modismo evangélico que surgir, doutrinas estranhas e tudo que lhe oferecerem como uma nova verdade? Cuidado. Somente através do estudo sistemático das Escrituras, você poderá livrar sua mente de se tornar mais um relativista. A apostasia está ai, escapa-te por tua própria vida (Col. 2.4).

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Fonte: Napec

A heteronormatividade realmente é a regra para o casamento cristão?

Por Fábio Ribas:

Ao tratarmos da questão do matrimônio cristão, caímos sempre no engodo de duas situações. A primeira é a ênfase monolítica de que a regra para o casamento cristão é a heterossexualidade. A segunda é o silêncio assustador sobre o número de divórcios no meio cristão. Quero começar falando sobre esta segunda situação.

O casamento cristão deve ser defendido a partir da infância, desde casa até às igrejas. É preciso que se comece uma batalha tenaz a partir das crianças sobre o papel do que é ser um homem e do que é ser uma mulher. Por que estou insistindo nisso? Porque a principal causa dos divórcios não é como muitos supõem a traição conjugal, mas – pasmem – a principal causa dos divórcios é a crise financeira.

Assim, enquanto somos iludidos pela sociedade sexista e hedonista de que devemos dar uma educação sexual aos nossos filhos que garanta um casamento pleno de satisfação, o número de divórcios continua a aumentar porque temos gasto toda a munição atirando numa só e única direção.

Os pais precisam investir, desde cedo, na educação financeira dos seus filhos, principalmente ensinando a responsabilidade do homem em suprir materialmente a sua casa. Infelizmente, o que mais encontramos hoje são casais cujos maridos tornaram-se orgulhosamente dependentes financeiros de suas esposas! A tão badalada independência feminina apenas tem contribuído para que muitos homens repassem sua dependência da mãe para a esposa. Ridículo!

Infelizmente, ainda que as finanças sejam a principal responsável pelos divórcios, a Igreja não trata desse tema por não vê-lo como um “assunto espiritual”. Enquanto isso, o materialismo, a avareza e o descontrole financeiro têm sacrificado famílias inteiras no altar de Mamon.

Outra ênfase equivocada na questão do casamento tem sido a defesa conservadora da heteronormatividade como regra para o casamento cristão. E isto é um erro que quero explicar aqui, pois está custando à igreja um desvio de direção que a tem posto cada vez mais distante de fazer aquilo que deve fazer: evangelizar.

Ao lermos a famosa passagem da carta de Paulo sobre o casamento, em Efésios 5:21- 6:4, precisamos ser alertados de que estamos incorrendo em gravíssimo erro e perdendo uma preciosa chance de servirmos ao Senhor. Paulo mostra que a regra e o modelo para o casamento cristão não é a heteronormatividade, pois esta já fora estabelecida como regra para toda a humanidade em Gênesis 2: 18-25.

A regra e o modelo para o casamento cristão ultrapassam, excedem, transcendem o propósito do casamento para todos os povos, que é um homem para uma mulher e uma mulher para um homem. Paulo expõe que o casamento cristão tem como regra e modelo a própria Igreja!

Cada família cristã deve compreender que, partindo do contexto da carta de Paulo aos Efésios, nossa família deve ser um instrumento nas mãos de Deus para a proclamação do Evangelho. As outras famílias devem ser impactadas por verem a própria Igreja de Deus nos nossos lares – esta é a regra e o modelo para o casamento cristão.

Cada família cristã é uma Igreja. O marido assume a sua identidade a partir do exemplo de Jesus, que amou, cuidou e morreu pela Igreja. A esposa, confiante diante de um marido que é líder espiritual dentro de casa, que é o pastor que abre e expõe a ela e aos filhos a Palavra de Deus, terá toda a confiança de se submeter a ele. E filhos criados não para o mundo, mas para a glória de Deus.

Enfim, a comunidade da igreja local precisa se voltar para as famílias, ensinando-as a assumirem o propósito de Deus para elas. E, assim como somos chamados a gerir com responsabilidade os dízimos e ofertas para a glória de Deus nas igrejas locais, deveríamos ensinar a cada família a fazer o mesmo com suas finanças em casa.

Além disso, que cada família seja um modelo da Igreja, porque, esforçando-nos para fazer assim, estaremos evangelizando para a glória de Deus outras famílias de nosso convívio. Que assim seja sob o poder do Espírito Santo!

A aliança entre o narcotráfico e o avanço islâmico no Brasil


Existem muitas pessoas com que eu converso que são de opinião que o islamismo não tem chance de se espalhar nas favelas porque os traficantes não irão deixar. Na verdade, o oposto é mais provável de ocorrer.
Imagine o que os líderes do tráfico irão fazer quando souberem que o islamismo aprova a sua atividade, desde que eles se tornem muçulmanos e paguem a "caridade islâmica" chamada de zakat?

Imagine o que os líderes do tráfico irão fazer quando souberem que o islamismo permite que eles tenham várias mulheres, incluindo várias esposas, concubinas e amantes através do casamento temporário ?

Imagine o que os líderes do tráfico irão fazer quando souberem que a lei islâmica define que matar infiéis não é crime?

Imagine o que os líderes do tráfico irão fazer quando souberem que o profeta islâmico Maomé foi tão criminoso quanto eles, mas que ele (Maomé) é o modelo de conduta e imitá-lo significa o máximo da perfeição islâmica?

Imagine o que os líderes do tráfico irão fazer quando souberem que eles podem acusar a polícia de "discriminação religiosa" e "islamofobia" ao serem presos?

O fato é que já existem indícios de que esta aliança entre o narcotráfico e o terrorismo islâmico já está ocorrendo. Por exemplo, recentemente, nove pessoas foram presas em decorrência da Operação Inconfidência Mineira, deflagrada em 15-05-2017. Esta operação da polícia federal desarticulou uma célula do Primeiro Comando da Capital (PCC) que atuava em Cidade Tiradentes, na zona leste de São Paulo. Segundo Adilson Aquino, delegado titular da Seccional de Guarulhos, apenas duas dessas pessoas foram presas em 15-05-2017– as demais já cumpriam penas. O nome da operação se refere ao bairro onde ela ocorreu, que leva o nome do líder da Inconfidência Mineira.

Dentre os presos os presos está o libanês (muçulmano) Mohamad Hassan Atris, conhecido como "Hezbolah", que ocupava uma posição de alta patente dentro da facção criminosa; PCC." (Agência Brasil)

Mas isso não é de hoje. Já existem indícios de envolvimento de grupos muçulmanos no narcotráfico, sejam grupos da linha sunita quanto da linha xiíta (por exemplo, o Hezbollah).

O Hezbollah vem atuando na América do Sul, com conexões com o tráfico de drogas, motivo pelo qual ele é referido, algumas vezes, como uma organização narco-jihadista. Por exemplo, notícias recentes dizem que Hezbollah movimenta 'toneladas de cocaína' na América do Sul, Europa para financiar operações terroristas, que redes de tráfico de drogas internacionais 'conectam o Hezbollah aos cartéis da América Latina, e especialistas dizem que os cartéis da América Latina estão pagando uma 'taxa do Hezbollah' para movimentar drogas para a Europa. Uma análise estratégica também recente diz que o Irã e o Hezbollah continuam super ativos na América Latina. Esta mesma análise menciona que as atividades do Hezbollah no Brasil e países vizinhos não podem ser ignoradas."

Para se compreender o tamanho do perigo e do poder do narco-tráfico, em fevereiro deste ano, os EUA acusaram o então recém-empossado vice-presidente da Venezuela, Tareck El Aissami, de ser um narco-traficante, afirmando que ele tem "um papel importante no tráfico internacional de narcóticos", com conexões com os cartéis no México (CNN). O governo da Venezuela tem sido acusado de emitir passaportes para terroristas em Bagdá (CNN). 

Existem vários casos de políticos brasileiros ligados ao narco-tráfico (Congresso em Foco). A questão então torna-se muito mais séria. Não é apenas canalizar lucros das drogas para financiar a jihad, mas a possibilidade de influenciar o próprio governo. 

A Polícia Federal tem uma tarefa árdua à sua frente. O governo federal precisa reforçá-la. E o Ministério da Defesa também precisa ficar ainda mais atento do que já está. 

A coisa é muito séria!

Não podemos permitir que o Brasil se torne um Líbano. É melhor evitar que estes grupos islâmicos se instalem no Brasil.

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O progressismo e o envenenamento da juventude

Por Renan Alves da Cruz:


Segundo pesquisas da economista e analista comportamental inglesa Noreena Hertz, 30% dos jovens entre os 13 e os 20 anos possuem dúvidas sobre o casamento.


Norrena está debruçada sobre os costumes da nova geração, a primeira a nascer totalmente conectada, tendo as redes sociais como modelo principal de interação, e seus resultados, bem como o de outros pesquisadores focados no mesmo nicho, mostra que o chamado progressismo de esquerda tem se destacado na formação intelectual destes jovens.

O que nos permite entrever que temas como aborto e casamento gay receberão em breve o “reforço” deste contingente de adolescentes, produzidos em larga escala pela pedagogia esquerdista.

Em reportagem especial sobre a chamada “geração touch” em sua edição 2459, a revista Veja também clarificou este fenômeno, considerando o positivo, sinal de um avanço cultural.

Também se baseando em pesquisas sobre o fenômeno, a reportagem atesta que mais de 80% dos adolescentes apoiam movimentos transgêneros e 20% assumem terem tido relações com pessoas de ambos os sexos.

Uma adolescente entrevistada expressa com simplicidade singular o morticínio moral e cultural a que nossos jovens estão sendo submetidos:

“Pessoas me atraem, independente do gênero”, diz.

Provavelmente ela não sabe, mas sua inclinação bissexual foi semeada por décadas, numa estratégia detalhada, criada e orientada por grupos militantes, focados em protagonizar uma revolução cultural que promovesse a normatização multissexual e a destruição dos valores conservadores, para caminhar rumo à destruição do cristianismo e seu legado.

Sou professor de história e vejo nas escolas brasileiras a evolução deste plano pérfido, através de professores mais comprometidos com panfletagem ideológica do que com ensino de conteúdo.

Durante a faculdade de história, disciplina tradicionalmente conhecida como reduto da esquerda, tive pouquíssimas aulas focadas no efetivo ensino histórico. Tudo estava calcado no sentido de nos doutrinar a ponto de desfazer quaisquer pudores prévios, para que, cooptados pelo relativismo, concordássemos que qualquer prática, mais que perdoável, fosse permitida, quando não estimulada.

Os jovens cristãos precisam ser amparados porque precisam matar um leão por dia para empunhar sua fé perante professores que os afrontam, colegas que os ofendem e cristãos metidos a moderninhos que relativizam o que a Bíblia trata como pecado.

O engajamento deles com as redes sociais torna o fluxo informacional massivo, com falácias e vãs sutilezas constantes e infindas.

Precisamos estar atentos. Nós, cristãos conservadores, estamos tentando garantir nossas posições focando o hoje.

A esquerda, treinada e organizada, está mirando o amanhã.

5 sinais do distanciamento ou aproximação da Reforma Protestante

Por: Sady Santana

Um homem está na porta de uma catedral importante na Europa. Logo abaixo um povo ignorante e enganado por um clero, observa. Este monge começa a cravar naquela porta um protesto com 95 itens, são alguns dos erros que a sua igreja querida estava cometendo contra a verdade do evangelho.


Este dia ficou para a história da igreja na terra como mais um capítulo da redenção. Um dia importante e decisivo que o Deus soberano reservou para os seus. Tanto é verdade que o mundo todo foi impactado nas estruturas. Reinos e estados terrenos foram sacudidos por uma mudança sem precedentes.

Você pode até estar aí a não dar importância devida, ou dizer que a Reforma Protestante é coisa de homens. No entanto, me aponte, fora a Salvação em Cristo, alguma obra aqui na terra de avanço do evangelho que não tenha sido feito por homens santos e separados pelo próprio Deus. Deus moveu Lutero até aquela porta. Deus levantou Calvino e a muitos outros homens neste mesmo período para dar continuidade e trazer a Bíblia de volta ao Corpo de Cristo.

Inclusive, Deus já tinha usado muitos outros homens, antes mesmo de Lutero nascer, para lutar pela Verdade. E Ele mesmo continuará levantando homens que leiam cuidadosamente as Escrituras, que se afadiguem em explica-la, que se esmerem em fazê-la compreensível e acessível aos menos sábios do reino, com a ajuda do Espírito e com trabalho duro.

Em todo lugar, em toda igreja, em toda casa onde uma bíblia for desprezada e deixada para empoeirar-se, uma graça será esquecida e o evangelho será distorcido. Veja aqui cinco sinais claros que podem te orientar sobre se a sua igreja, a que você pertence, ou mesmo a sua vida tem andado na mesma trilha dos apóstolos, e dos reformadores.

Somente a ESCRITURA

Quando saímos do culto temos que nos fazer algumas perguntas como: Entendi as palavras da Bíblia, ela me foi explicada adequadamente, posso explicar a outra pessoa o que eu entendi. E mais, saí do culto desejando ler mais as Escrituras em casa, sou desafiado pela minha liderança a conhecer e ler toda a Bíblia.

E ainda, a Bíblia é a única fonte de revelação em minha igreja, ou a experiência individual tem pautado o andar da minha comunidade? Nos dias de Lutero, a igreja se dizia Igreja mas não estava nem aí para que a Bíblia dizia. Versículos eram destacados e isolados, e depois usados para referendar as práticas de pedir dinheiro.

Somente CRISTO

Palavras de conquista, de buscar a benção, de prosperidade foram substituindo palavras como redenção, arrependimento e santidade? Quando vou à igreja ouço sobre Cristo e seu sacrifício, ouço que a cruz de Cristo não me fará mais rico, sem doença, não me fará imune a problemas e dificuldades? A minha igreja dá mais ênfase a santidade na Palavra, ou para as campanhas de desafio e conquista?

Somente a GRAÇA

Por incrível que pareça, as indulgencias voltaram. Se você desconhece que um dia uma igreja quis vender a salvação em um pedaço de papel, e que esse papel atestava o perdão dos pecados para toda a vida, procure ler a respeito e você ficará impressionado com tamanha ousadia. Contudo, atualmente uma suposta salvação começou a ser vendida novamente. A ênfase no dinheiro, e nos desafios envolvendo ganhos, tomaram proporções absurdas no movimento evangélico em todo o mundo. E igrejas simplesmente só falam disso, o tempo inteiro. As modernas indulgencias voltaram. Pergunte-se se em algum ponto da sua vida cristã, você não teria feito parte, inconscientemente, desse desvio da graça. Toda vez que a salvação em Cristo for velada e escondida por outras pregações, então a Graça foi pervertida e o verdadeiro evangelho foi encoberto.

Somente a FÉ

Aqui é a fé para a salvação, não a fé para conseguir coisas, ou a fé do pensamento positivo. Somente essa fé que nos salvou nos fará suportar as perseguições. É a fé para viver o evangelho mesmo tendo oposição do mundo inteiro. É a fé para buscar santidade com coragem. É a fé para entender e esperar que este mundo não estará melhorando, e sim que ele está em franca destruição. É a fé para entender que somos peregrinos aqui e a nossa pátria está no céu.

Somente A DEUS TODA A GLÓRIA

Onde está a glória de Deus em tempos de celebridades gospel, de fãs, de seguidores, de fumaça e de luzes no púlpito-palco? Se seu pastor pula e grita o tempo todo, os crentes giram e saem de órbita, e as “experiências “ de adoração extravagante aumentaram, enquanto o lugar da explicação das Escrituras foi diminuindo?

Então, a glória de Deus certamente não está sendo enaltecida. Se a congregação está negligenciando a pregação cuidadosa da cruz de Cristo, da graça, e da fé, então a glória de Deus está sendo desviada e corrompida. O conselho é que você não faça parte disso, é perigoso, é tóxico.

Existe uma frase, um mote, um lema que foi usado pelos reformadores que diz: Ecclesia Reformata et Semper Reformanda Est, que quer dizer, “A Igreja é reformada e está sempre se reformando”. Mas, não se confunda com mudança para frente, para longe das Escrituras, o movimento é sempre para trás, pois, a igreja sempre estará retornando aos ensinos dos apóstolos enquanto avança sobre as portas do inferno.

Quando tudo o mais for invenção, barulho e confusão, uma igreja remanescente estará fazendo o movimento de retorno às Escrituras, aparando exageros, reformando-se.

Soli Deo Glória!

Sempre foi assim, e sempre será.


ALERTA SOBRE O FEMINISMO

Por Vinícius Corrêa


O feminismo é um movimento recente, surgiu nos anos 60, uma luta até bem fundamentada no seu início, e bastante necessária. As mulheres lutavam por direito a votos, busca por oportunidades de trabalho e coisas desse gênero. Lutas legitimas em uma sociedade quase que totalitariamente patriarcal. Porém esse movimento não parou com a aquisição dos direitos pleiteados, ela virou uma indústria financiada, que defende os interesses de esquerda, e pouco lutam pelos direitos das mulheres, hoje a luta desse grupo é em prol dos interesses de quem financia.
Hoje em dia o feminismo virou “femismo”, o oposto de machismo, sua luta é voltada mais em se opor aos homens do que a busca de igualdade, elas querem se sobrepor, querem ser melhores do que os homens, como se isso fosse uma competição. Talvez o que elas estejam buscando seja uma vingança fria, desmedida e inconsequente.
Em geral as radicais feministas lutam por igualdade de salários no mercado de trabalho, porém poucas ativistas trabalham, a maioria delas vive pela “causa”, pois tem seu sustento assegurado por organizações interessadas em aliados em suas lutas.
Uma das indústrias que financia movimentos feministas no mundo todo é a famigerada indústria do aborto, sobre o pretexto de defesa dos direito da mulher optar em ter ou não o filho, as feministas levantam uma bandeira pró-aborto, tentando a legalização do mesmo em países que ainda não o aceitam, como o caso do Brasil. Porém o que deve ser entendido é: Não quer ter filhos? Se previna, ao invés de “remediar”. Buscando “direitos” as feministas estão infringindo o direito dos outros, até mesmo de nascer, lembrando que estão tirando direitos de mulheres, uma vez que cerca de 50% dos fetos poderiam ser mulheres.
Em observância disso gostaria de levantar algumas outras questões, apesar da desigualdade que existe entre homens e mulheres, os homens recebem algumas imputações um tanto quanto desfavoráveis. Observemos a guerra, é uma das maiores atrocidades da humanidade, e quem participa ativamente delas? Os homens, pois as mulheres não são obrigadas ao alistamento compulsório como é o caso masculino, nessa hora não consigo ouvir nenhum coro feminista por: “Queremos ir para guerra”. Outra situação que vale a pena levantar é a questão da aposentadoria, as mulheres necessitam de um numero menor de anos para aposentar, e segundo as estimativas, elas vivem mais, em observância disso às mulheres contribuem menos, e desfrutam mais dos benefícios. Novamente não consigo ouvir o coro feminista lutando por igualdade.
Varias outras situações poderiam ser levantadas aqui, mas acredito que não carece, para não ser exaustivo.
Portanto você mulher cristã não entre nesse emaranhado feminista, que luta por privilégios e tem sua causa vendida. Antes analise a palavra de Deus e observe o que ela trata como papel da mulher nesse mundo, quais seus direitos e deveres.
Ao contrário dos que muitos pensam a bíblia não é machista, ela coloca todas as responsabilidades de conduzir o matrimonio, de proteção e sustento familiar nos ombros dos homens, tratando a mulher como uma “lady” a quem o homem deve cortejar, sustentar, amar, respeitar e proteger

Sexo ou Gênero?

Por Rev. Helio de Oliveira Silva



Temos acompanhado uma grande discussão nacional em torno da inclusão da ideologia de gênero no ensino público brasileiro. Todavia, será que estamos por dentro do verdadeiro significado dessa proposta?


No livro Sociologia em Movimento, Ed. Moderna, pags. 337ss.(distribuído pelo MEC para o ensino médio) consta que "O conceito de gênero não se fundamenta em um princípio evolutivo, biológico ou morfológico, e sim em uma construção social”, isto é, "uma construção cultural estabelecida socialmente através de símbolos e comportamentos, e não uma determinação de diferenças anatômicas entre os seres humanos" (p. 339).

Isso quer dizer que identidade de gênero é algo totalmente diferente de sexo, pois diz respeito a uma escolha do indivíduo quanto ao seu comportamento sexual e não à sua conformação sexual anatômica em si. A ideologia de gênero prega, na verdade, a formação de indivíduos sexualmente versáteis, que decidirão que tipos de comportamento sexual adotarão para a sua conduta pessoal.

Está em andamento uma apologia aberta ao fim da família como a conhecemos, com o propósito de se produzir a verdadeira igualdade e liberdade humana. Os proponentes da “identidade de gênero” acusam a sociedade patriarcal, da qual a igreja e a família estão no fundamento, como uma das principais explicações para a discriminação social, e que a forma de se reverter esse quadro social é por meio de uma reconstrução dos papéis sociais estabelecidos.

Nos escritos desses ideólogos sociais a “família burguesa” ou “família patriarcal” que precisa ser desconstruída é a família natural, formada por um pai-marido, uma mãe-esposa e por filhos, e substituída por uma “família” mais versátil, onde os papeis não sejam tão estruturalmente definidos.

Nas Escrituras, especialmente em Paulo, quando os problemas de relações humanas e familiares são tratados, os autores bíblicos remetem a base das relações para a criação (1 Co 7; Ef 5). Os papéis são definidos por Deus e organizados segundo o critério da ordem da criação.

As acusações de que todos os males sociais têm seu fundamento nessa ordem são falaciosas e grosseiras, pois o evangelho cristão sempre teve uma conotação libertadora dos indivíduos. Os erros apontados pelos críticos do modelo cristão ignoram que sua causa advém exatamente do pecado e suas conseqüências nefastas na vida das sociedades. Essa ousadia perniciosa em desobedecer e declarar maliciosamente a sua liberdade perante Deus.

A ideologia de gênero navega pelas mesmas águas que sempre navegaram as ideologias que negam a soberania divina sobre a criação. É um equívoco crer que a libertação dos sistemas cristãos promoverá mais igualdade entre as pessoas, pois a história sempre mostrou que o oposto é o que acontece: Mais opressão e mais totalitarismo.

A igreja primitiva não era comunista!

Por Victor Santos





É comum algumas pessoas atribuírem a relação de comunhão da igreja primitiva com socialismo, defendendo a ideia que aquela comunidade buscava igualdade para todos e outros argumentos ilusórios à verdadeira realidade. Motivos para explicar que o ideal da igreja primitiva não tem nenhuma ligação com o comunismo são muitos, sejam eles históricos, teológicos e lógicos, mas vou me atentar em pontos simples para entendermos esse tema. Vejamos o texto de Atos 2: 44 ao 46:
“Todos os que criam estavam unidos e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens e os repartiam por todos, segundo a necessidade de cada um. E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam com alegria e singeleza de coração”.
O que ocorreu na igreja primitiva foi o que João ensina em sua epístola, explicando que “o mundo e sua concupiscência passa, mas o que faz a vontade de Deus permanece” (cf. 1 João 2:17). Ou seja, a igreja não estava apegada a coisas materiais pois acreditava que Jesus voltaria daqui alguns instantes, então buscavam fazer a vontade de Deus com toda liberalidade material.

E qual vontade de Deus? João mostra que é a mensagem que os cristão ouviram desde o principio, que uns amem os outros (cf. 1 João 3:11). O amor era o que moveu a igreja primitiva, baseado no AMOR que eles se dispunham a ajudar uns aos outros.

O comunismo tem um objetivo econômico onde o Estado tem o valor máximo, “em teoria”, deseja uma sociedade sem classes (embora na história é visto que ela sempre gerou novas classes). Além disso, o comunismo tem ideias diferentes do cristianismo.

Para o comunismo o homem é o centro e tudo é relativo em termos de moralidade, o evangelho é oposto a isso colocando Deus ao centro e nos mostrando o que é moral praticarmos. Ligar o texto de Atos ao comunismo é um equívoco, pois é utilizar um texto fora de todo contexto do evangelho. Sem contar que a comunhão da igreja primitiva surgiu bem antes do idealismo socialista. A comunidade de fé era movida por amor e espontânea vontade de um indivíduo em abençoar o outro. Perceba que o evangelho transforma uma pessoa e ela por decisão própria pratica uma justiça, isso é diferente de um Estado ter posse do que você tem e distribuir como desejar.

Falo isso, porque a igreja primitiva não estava ligada a um sistema econômico, mas ligada ao AMOR que cada individuo praticava. Quando alguém entregava sua propriedade ao apóstolo para que ele utilizasse o mesmo da melhor forma para a comunidade, não faz disto um sistema socialista, pois tudo estava sendo feito por liberalidade provido pelo amor.

Se todos nós amassemos uns aos outros não nos importaríamos em que sistema político que estamos vivendo, seja em uma democracia ou até em uma ditadura, SE todos se amassem não faria diferença, pois não existiria orgulho e dinheiro como rei, mas justiça e uma busca em um ajudar o outro (claro que esse exemplo é uma utopia para um mundo de imperfeição), isso significa que a igreja primitiva não tem ligação à nenhum sistema político, muito menos ao comunismo, a passagem bíblica é um exemplo de amor para a fé e está baseado neste contexto, não em um socialismo que finge ser justiça para ser totalitário.

Este artigo não tem objetivo de comparar sistemas políticos e definir qual é o melhor, nós como sociedade devemos buscar a melhor forma de conviver uns com os outros, mas o artigo tem o desejo de eliminar a possibilidade da passagem bíblica de Atos 2 ter alguma ligação com o comunismo, ou até qualquer outro sistema político. Precisamos entender que o evangelho tem uma coerência e uma busca por uma transformação pessoal de cada pessoa, essa transformação pode refletir na sociedade, mas é impossível criar um mundo perfeito com pessoas imperfeitas.

Por isso, existe o evangelho e a mensagem de Jesus, os discípulos de Cristo devem ser o sal da terra e a luz do mundo (cf. Mateus 5:13), precisam ser a diferença, a voz de justiça e de amor em um mundo que contém sistemas falhos e pessoas falhas, a igreja precisa ser a esperança para o que sofre, independente de qualquer forma de governo.

O objetivo do texto de Atos 2 é mostrar como a igreja deve viver baseada no amor, não em como um Estado deve ter poder sobre os bens das pessoas e organizá-los. Viver de baixo de um totalitarismo em um mundo de pessoas falhas é LOUCURA! O idealismo humano por mais que seja bem intencionado é sujeito a injustiça, justo só é Deus.

Por isso, oramos a Deus: “Venha o Teu Reino!” Governo justo só o divino! É isso que a igreja aguarda, chegar o dia em que o Jesus voltará e enxugará de nossos olhos todas as lágrimas, e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem lamento, nem dor, porque todas as coisas serão novas e habitarem em um reino justo (cf. Apocalipse 21:4 e 5).

Enquanto esse dia não chega, a igreja deve buscar o amor e praticar o amor! Buscando justiça e não aceitando ideologias aproveitarem da nossa fé para defender um governo falho. Comunismo é ideologia ateísta, e passa a ser inaceitável quando tenta utilizar um evangelho puro para ter aceitação para seu sistema falho.

Deus abençoe.

"NÃO JULGUEIS!"

Por: Paulo Ribeiro

É muito engraçado - e de certa forma triste - ouvir de crentes, ainda hoje, a citação de Jesus em Mateus 7.1 toda vez que são contrariados, toda vez que as heresias de seus ídolos gospel são desnudadas ou toda vez que os falsos mestres nos quais eles se apoiam são expostos em seus ensinos equivocados. O primeiro argumento que eles tiram da manga é:

"Não julgueis para que sejam julgados!".

Contudo, me espanta o pouco apreço que essas pessoas têm pela Escritura, pela intelectualidade e, consequentemente, pela verdade. Não fosse dessa forma, eles procurariam gastar mais do que cinco minutos em suas leituras bíblicas. Investiriam algum tempo de suas vidas para estudar a Palavra de Deus e menos tempo ouvindo Thalles Roberto. Eles também dariam mais crédito aos ensinos dos que foram chamados e dotados por Deus como mestres ou professores (Ef 4.11) ao invés de se trancarem num quarto e, com a Bíblia na mão, se perguntarem: "O que esta passagem significa para mim?", como se o texto bíblico tivesse um significado para cada pessoa ao invés de um significado único, absoluto e objetivo. Ademais, eles procurariam averiguar as idiotices que ouvem dos "cheiradores de Bíblia" porque sua busca e paixão seria a verdade e não os conceitos errados que eles gostariam que fossem verdadeiros. 
                                                                                                
Portanto, embora a questão em torno de Mt 7.1 seja bastante esclarecida e didaticamente exposta por diversos mestres em blogs, videos, mídias sociais, etc., percebo que ela ainda é atual. Por isso iniciei dizendo que me espanto por AINDA existirem cristãos que apelam para o "não julgueis" de Jesus como defesa quando são confrontados em seus erros. Deixe-me explicar, mais uma vez, a doutrina do referido texto.

Esta ordem de Cristo não é uma proibição de qualquer emissão de juízo, mas uma repreensão àqueles que julgam o próximo tendo a si mesmos como medida ou padrão. Tanto isso é verdade que o contexto ilustra uma situação na qual uma pessoa tem uma trave em seu olho mas não somente a ignora como se atenta para um cisco no olho do próximo. Em outras palavras, a ordem de Jesus aqui não foi para não julgar, mas para que não julguemos sem termos consciência de nosso próprio pecado (v. 3).

Se a ordem de Jesus fosse para que simplesmente não julgássemos nada, então como poderíamos cumprir seu próximo conselho para não darmos pérolas aos porcos? Na verdade, a Bíblia nos manda julgar, sim, todas as situações, pessoas e ideias:

1. João nos diz para fazermos julgamentos justos, segundo a reta justiça: "Não julguem apenas pela aparência, mas façam julgamentos justos” (Jo 7.24).

2. Paulo pede para que seus interlocutores julguem e avaliem o que ele estava dizendo: "Estou falando a pessoas sensatas; julguem vocês mesmos o que estou dizendo" (1Co 10.15).

3. Paulo exorta a igreja a julgar o que os pregadores estão falando: "Tratando- se de profetas, falem dois ou três, e os outros julguem cuidadosamente o que foi dito" (1Co 14.29).

Finalmente,

4. Paulo novamente nos exorta a julgar tudo o que vemos e ouvimos, e a separarmos o que for bom: "mas ponham à prova todas as coisas e fiquem com o que é bom" (1Tm 5.21).

Como consequência, os hereges:

(I) Devem ser apontados (Rm 16.17); 

(II) Devem ser advertidos uma ou duas vezes, e depois rejeitados (Tit 3.10); 

(III) Devem ser refutados publicamente em suas heresias (Tit 1.9,13); 

(IV) Devem ser evitados e rejeitados na comunhão da fé (Rm 16.17; 2Jn 1.9,10).

E preste muita atenção neste verso que o apóstolo Paulo escreveu em uma de suas cartas pastorais: 
"...e apegue- se firmemente à mensagem fiel, da maneira como foi ensinada, para que seja capaz de encorajar outros pela sã doutrina e de refutar os que se opõem a ela" (Tt 1.9).
Esta exortação de Paulo a Tito nos mostra que (I) devemos nos apegar à doutrina correta, valorizando-a; (II) a doutrina correta não pode divergir da plenitude do ensino apostólico e, neste ponto, se nos mostra de grande valia o princípio hermenêutico da analogia da fé, pelo qual afirmamos que nenhum ensino da Escritura pode mostrar-se díspar da totalidade do ensino da mesma; (III) a doutrina correta não serve ao propósito de nos aperfeiçoar intelectualmente, mas de nos santificar; e (IV) diz que o apego ao ensino correto da Escritura serve também ao fim de JULGAR os que se opõem a ela ensinando bobagens e heresias.

Por favor, diante disso, alguém mais vai apelar para o "não julgueis"?


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Fonte

O ser humano é naturalmente bom?

A esquerda sustenta, de maneira geral, a doutrina de Jean Jacques Rousseau de que o ser humano nasce bom e é, posteriormente, corrompido por forças externas (a sociedade). Em nossas universidades, jornais e programas de televisão, é dado como certo que forças externas são a causa do crime. Por esse raciocínio, se não fosse a pobreza, os índices de assassinatos, roubos e estupros, seriam muito menores.



Por outro lado, os conservadores sustentam que o homem nasce moralmente falho — Tanto na visão cristã do pecado original, quanto na crença judaica de que todos nós nascemos com uma má inclinação, os sistemas de valores que deram origem à civilização ocidental nunca consideraram que somos naturalmente bons. 

Para aqueles que argumentam que todos temos a Deus dentro de nós, há duas observações importantes a serem feitas:

Em primeiro lugar, nenhuma religião ou ideologia nega que temos bondade dentro de nós; o problema é negar que temos também a maldade. Em segundo lugar, muitas vezes é difícil de expressar a bondade. A bondade humana é como ouro. Ele precisa ser extraída e como acontece com a mineração do ouro, a mineração de nossa bondade pode ser bem difícil.

Talvez a mais óbvia é que os conservadores culpam aqueles que se envolvem em atividades criminosas violentas por seu comportamento muito mais do que os esquerdistas fazem. Basta observar o comportamento dos parlamentares na discussão de assuntos que envolvem esse tema. A esquerda argumenta que a pobreza, o desespero e falta de esperança faz com que as pessoas cometam crimes violentos.

Na visão esquerdista, como as pessoas são essencialmente boas, seus maus atos devem ser explicados por fatores fora de seu controle. Nessa visão o comportamento não é realmente culpa deles, e quando os conservadores apontam a culpa para os criminosos, a esquerda não demora em argumentar de que “essas são as verdadeiras vítimas da sociedade”.

Na visão conservadora, as pessoas que fazem o mal devem, obviamente, ser responsáveis por suas más escolhas, tanto no caso de fazer isso por falta de autocontrole quanto por uma consciência disfuncional. Em ambos os casos, eles são os culpados. 

Da mesma forma, muitos esquerdistas acreditam que a maioria dos muçulmanos que se envolvem em atos de terror fazem-no por causa da pobreza e, especialmente, por causa da elevada taxa de desemprego para os jovens no mundo árabe. No entanto, verifica-se que a maioria dos terroristas vêm de lares de classe média. Todos os terroristas que participaram do atentado contra as torres gêmeas vieram de lares de classe média-alta. E, claro, Osama bin Laden era um milionário.

Como Dennis Prager explica neste vídeo, a natureza humana não é essencialmente boa.


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Obs: Algumas alterações foram feitas no texto.

Tradução: Renan Poço
Revisão: Hugo Silver